
quinta-feira, dezembro 24, 2009
sábado, dezembro 19, 2009
segunda-feira, dezembro 14, 2009
depois

Dezembro, sim chegou o fim do ano...
apesar de não ter sentimentalismos com o Natal o fim do ano sempre traz algo de bom
-as férias! Aproveitar e exercer o ócio criativo e colocar todas as leituras e filmes que deixamos de ler e ver ao longo do ano em dia!
Deixo aqui meu recado de Feliz Natal! com uma gravura de Vital Lordelo um cara que conheci na oficina de cartaz do Macondo Circus, agora em dezembro. Ele foi o responsável por me fazer conseguir produzir um cartaz artístico e mostrar toda a minha [não] habilidade manual [se isso é possível] e, também, por uma uma calça manchada de nanquim vermelho [que é bem mais a minha cara].
quinta-feira, novembro 26, 2009
domingo, novembro 15, 2009
segunda-feira, novembro 09, 2009
banho
sábado, outubro 31, 2009
traia
terça-feira, outubro 27, 2009
voe

um dia acordei e vi que nada importa
o silêncio me consumiu, mas não para me tirar a vida
ele veio para me trazer o que devo pensar.
a sombra da árvore. o sabor do café. o samba. o rock. o sexo.
a intuição dos sentidos nos provoca o instinto do querer.
a mente sabe o que queremos ou adestramos ela para que os outros não pensem que não prestamos?
o que somos? o que pensamos ou o que sentimos?
segunda-feira, outubro 12, 2009
sexta-feira, outubro 09, 2009
sabe....

sabe aqueles dias em que você acorda cansada da mesmice!
domingo, outubro 04, 2009
da falta de tempo
domingo, agosto 30, 2009
Flor do Catu: território e resistência indígena no Rio Grande do Norte
Por Zezta Internacional 28/08/2009 às 07:00
Uma Flor da Palavra desabrocha na comunidade do Catu através de reflexões sobre a cultura, história, resistência e fazeres indígenas latino americanos, em oficinas, vivências, artes e técnicas livres, a ser realizada de 27 a 28 de agosto de 2009 na Escola Municipal João Lino da Silva em Canguaretama, Rio Grande do Norte. A proposta é a invenção de laços de comunicação e solidariedade entre a comunidade e o resto do planeta. Um desses laços solidários é com o Acampamento do MST José Martí, há 4 anos na beira da BR-101, no mesmo município, também sendo sufocado pelo agronegócio predatório.
O estado do Rio Grande do Norte não possui comunidades indígenas reconhecidas. Isto porque os indíos e índias da região sofreram com mais virulidade a pressão da miscigenação cultural e limpeza étnica desde os primórdios da colonização brasileira. Região central de uma extensa área indígena rebelde, que servia de refúgio para muitas das tribos que iam contra o sistema mercantilista, tornaram-se alvo de grande repressão militar por parte da ordem vigente: constantes levantes e alianças entre colonizadores e índios, sujas conspirações entre as diferentes tribos que levaram à quase total dizimação dxs índígenas da região. Estabelecida a tecnocracia dos engenhos de cana, modernizados em grandes usinas de "bio" combustíveis, a dominação política consolidou-se com a chegada da base aérea estadunidense na cidade de Parnamirim, próximo a Natal, no ano de 1941, agravando ainda mais a exploração da natureza e da humanidade local. Literalmente, prostituiram o restante das descendentes potiguare/as.
Após mais de 100 anos de silêncio oficial, nos quais estas populações foram dadas como extintas, desde junho de 2005, diferentes grupos étnicos reivindicam sua identidade indígena no estado: Eleotério do Catu de Canguaretama, Mendonça do Amarelão de João Câmara; Caboclos de Açu; Comunidade de Banguê e Trapiá, também em Açu; Comunidade de Sagi. Apesar do etnocídio, ou da tática do desaparecimento para não serem mortxs, configuram culturas altamente resistentes e em processo de constante recriação. Uma destas recriações será a Flor do Catu.
segunda-feira, agosto 17, 2009
segunda-feira, julho 06, 2009
do enem
depois do Reuni, da diploma, agora a grande discussão é sobre o novo Enem. Acho que o Enem é um importante passo para alguma mudança educacional, e como, é sempre difícil agradar gregos e troianos. Uma mudança é sempre acompanhada de muitas discussões e receio.
Bom, acredito que a forma de avaliar do Enem é mais interessante que a dos vestibulares tradicionais. O Enem avalia diferenciado, como por exemplo, o raciocínio do aluno. Já nos vestibulares atuais as instituições elaboram uma prova de decoreba. Ou seja, quem decorou mais, leva a vaga.
O aluno deve ter um completo entendimento da matéria e onde isso pode ser encaixado com a sua realidade. Então o Enem vai lá e usa o cotidiano para elaborar suas provas e mostra para ele que aquilo não foi estudo em vão.
Não entendo a preocupação das universidades com a substituição do vestibular tradicional para o Enem.
domingo, junho 21, 2009
DO DIPLOMA
Depois da decisão do STF vi meus colegas apavorados, sem chão e sem rumo. Já tinha em minha cabeça que se ocorresse isso a profissão não iria terminar e que quase nada iria mudar. Continuará jornalistas construindo matérias e especialistas com as suas colunas.
Hoje temos uma realidade diferente do jornalismo do que 40 anos antes (quando foi exigida a obrigatoriedade do diploma em plena ditadura militar: coincidência?) as redações exigem que o profissional domine todas as mídias possíveis. Um pouco de diagramação, de fotografia, de internet, enfim um profissional completo. As faculdades de hoje, acredito, dão todas estas noções (lembrem-se: noções). Assim, duvido que alguma empresa conceituada coloque em jogo a sua reputação e contrate uma pessoa que não domine as técnicas (hoje as redações não têm tempo para treinamentos.) .
Colegas! Respirem fundo. A profissão não terminou.
sexta-feira, abril 17, 2009
Soy loco por sol Mundo Livre s/a

Um calor intenso estranho invade aos poucos o meu peito
É uma paixão incontrolável eu não consigo resistir
Comprar, comprar, gastar, torrar
Eu não vivo sem consumir
Com um American Express na mão
Já tenho 3 rifles em casa
E não vejo a hora de sacar mais uma vez a carteira
Aquela belezura prateada e automática
Logo, logo reforçará a minha coleção
Um modelo pra cada ocasião
Vibro imaginando a quantidade de ozônio devastado
Cada vez que acelero meu novo 4/4
Se alguns desses abraçadores de lagoas
Estão mesmos dispostos a perder seu sono com isso
Quanto a mim estou ocupado demais
Tentando decidir como investir e gastar bem meu dinheiro
Liberdade, Liberdade!
Regulação é o mesmo que censura
Dane-se o planeta!
Dane-se as futuras gerações!
Que eu sou apaixonado
Sou fanático e posso até morre por ti América
Eu tive um sonho
Diante da minha nova TV de 500 canais
Me deparei com um estranho episódio dos Simpsons
A Floresta Amazônica havia se transformado num imenso deserto americano
Conheci a doce e ingênua Solange trabalhando pro lá
Num dos milhares de postos da TEXACO
Ela atendia a todos que paravam com o mesmo sorriso largo
Dizendo "bem vindo ao deserto do real"
Que tinha acabado de chegar da América
Triste, desolada, confessou que tinha sido deportada.
Pra minha surpresa Solange topou viajar comigo de Ultraleve
A centésima para foi numa praia deserta próximo a Tihuana no México
Olha o Sol tingindo a madrugada...
Quando ela menos esperava estávamos sobrevoando a noite de balão
O trecho do muro daquele imenso muro que adentra o pacífico
Solange no entanto não se alegro
É difícil viver na clandestinidade ela lembrou
Pois eu conhecia uma maneira muito simples de conseguir o Green Card
é só a gente se alistar para o glorioso exercito americano
Em pouco tempo nos tornaríamos fuzileiros
E viveríamos juntos, felizes e totalmente realizados
Torturando aqueles vermes mulçumanos na base de Guatánamo em Cuba.
Um calor intenso estranho invade aos poucos o meu peito
Acordei suado e triste por ainda está aqui
Mas de toda forma saiba
América
Yo soy loco por ti!
América
Yo soy loco por ti!
América
Yo soy loco por ti!
quarta-feira, abril 15, 2009
segunda-feira, março 16, 2009
quarta-feira, março 11, 2009
Pensar é o trabalho mais difícil que existe. Talvez por isso tão poucos se dediquem a ele
Uma das formas de trabalho mais alienantes.
Parto da seguinte pergunta quando em nossa sociedade se começou a valorizar o trabalho e pensar que ele dignifica o homem? Será que foi quando passamos a não trocar aves por cadeiras e sim metais por cadeiras. Quando surgiu o trabalho? E o que se caracteriza o trabalho?
Pensar é trabalhar? Cavar é trabalhar? Construir é trabalhar?
Será que criamos toda esta organização produtiva, excluindo claro a monetária, para nos alienarmos mesmo ou nos distanciarmos do animalesco, mas será que o bicho também trabalha?
"O ópio, ele escreveu: "Dizem os comunistas que a religião é o ópio do povo; outros dizem que o ópio do povo é o comunismo; se me pedissem a minha opinião, eu diria que o ópio do povo é o trabalho ". (Mário Quintana)

