segunda-feira, novembro 20, 2006

Direita/Esquerda

Tento entender como podem ter pessoas que defendam argumentos totalmente egoístas, pessoas preocupadas com seu próprio mundinho defendendo teorias inexplicáveis, incompreensíveis, pensando ser melhor para o mundo. Defendendo pena de morte, a punição igual a viciados e traficantes, criticando o bolsa família argumentando que todo mundo consegue, basta trabalhar.
Fico com raiva ao ouvir isso, mundo egoísta este, como vão conseguir trabalhar se não tem o que comer como vão punir quem rouba um pão igualmente a quem rouba uma padaria. Qual o senso de justiça?
E ainda falam que não existe mais direita/ esquerda?
Quem defende esses conceitos? A direita neofascista que está presente sim em nosso país, que defende sim que haja pena de morte, prende o cidadão para tirá-lo da sociedade para não perturbar o cidadão de bem e não para reinseri-lo, crítica o bolsa - família, e não dá condições de trabalho.
Luto para que estes conceitos jamais se irradiem, para que não ocorra jamais em nosso país uma ditadura militar repressora, sangrenta, estúpida, covarde, que aguarda uma conveniência.
E sim existe esquerda que luta por um mundo de igualdade e que realmente distingui o senso de justiça. E está presente de fato em nossas idéias, não são argumentos insensíveis e dissimulados como os da direita.
Estas são algumas diferenças para que hoje se defenda que existe sim, distinção entre direita e esquerda.

8 comentários:

Glauco disse...

Oiis,tudo Ok??...para inaugurar teu blog, um breve comentário meu, muito legal este artigo, continue colocando mais textos ou artigos interessante,isso é bom. Na vida nada maior que as nossas ambições e objetivos, que a ousadia que nos fortalece, e nada pode ser maior que as decisões que tomamos,pois estas nos colocarão sempre no caminho. Saibas que te adoro muito e pode contar comigo sempre para o que der e vier. Milhares de bjsss linda.

Paulo Vilmar disse...

As pessoas estão sempre buscando olhar somente para o seu mundinho.Não olham para o lado, para a realidade de nosso país. Quem levanta a cabeça, encherga mais que o horizonte.
Mandou bem Carol.
Paulo.

nandaaaaaaa disse...

q legal carol!nao sabia q tu tinha um blog!hehe imagina se eu fizer um pra mim quanta merda q eu n ia escreve huahuahuahuahahuuhahuahuahuahuahuahu!!!!

Fernanda disse...

beiii!!!!olhei o clipe...dai o clipe acabo eu fiquei olhando pra tela do pc quase babando pensando n sei emn que O.o huahuauhauh!!!
sério mesmo!
bei musica mto legal acho q ja ouvi antes!!!da vontade d evoar neh hohoh!!!!
;*

Gabriel Fioravante disse...

Neoliberalismo: A realidade

A era neoliberal pós-1980 foi marcada pelo crescimento mais lento, por maiores desequilíbrios comerciais e pela deterioração das condições sociais. A Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) relata que "para os países desenvolvidos como um todo (excluindo a China), o déficit comercial médio na década de 1990 é mais elevado do que na década de 1970 em quase 3 pontos percentuais de PIB, ao passo que a taxa de crescimento é mais baixa em 2 por cento ao ano". Além disso,
O padrão é de um modo geral semelhante em todas as regiões em desenvolvimento. Na América Latina a taxa de crescimento médio na década de 1990 é mais baixa em 3 por cento ao ano do que na de 1970, enquanto os déficits comerciais como uma proporção do PIB são aproximadamente os mesmos. Na África sub-saharina o crescimento caiu, mas os déficits aumentaram. Os países asiáticos conseguiram crescer mais rápido na década de 1980, enquanto reduziam seus déficits de pagamentos, mas na de 1990 tiveram de incidir em déficits maiores sem conseguirem crescer mais rápido.
Um estudo de Mark Weisbrot, Dean Baker, e David Rosnick sobre as conseqüências das políticas neoliberais sobre o desenvolvimento do terceiro mundo chega a conclusões semelhantes. Os autores notam que "ao contrário da crença popular, os últimos 25 anos (1980-2005) verificaram uma de crescimento econômico agudamente mais lenta e progresso reduzido nos indicadores sociais para a vasta maioria dos países de rendimentos baixos e médios [em comparação com as duas décadas anteriores]".

Para aqueles que rejeitam as principais suposições subjacentes aos argumentos da corrente principal para o "congelamento" da atividade econômica internacional, este resultado não é surpreendente. Em traços grossos, a liberalização comercial contribuiu para a desindustrialização de muitos países do terceiro mundo, aumentando portanto a sua dependência das importações. Ao torná-las mais baratas e mais fáceis de obter, estimulou também um aumento na importação de bens de luxo. E finalmente, ao atrair a produção de corporações transnacionais para o terceiro mundo, aumentou também a intensidade de importações da maior parte das exportações do terceiro mundo. Os ganhos da exportação não podiam acompanhar principalmente porque a crescente atividade exportadora do terceiro mundo e a competição (pressionada pela necessidade de compensar o aumento nas importações) tendeu a empurrar para baixo os rendimentos das exportações. As exportações também foram limitadas pelo crescimento mais lento e pelo protecionismo da maior parte dos países capitalistas desenvolvidos.

Num esforço para manter o comércio em crescimento e administráveis os déficits em transações correntes, os estados do terceiro mundo, muitas vezes pressionados pelo FMI e Banco Mundial, aplicaram medidas de austeridade (especialmente cortes draconianos em programas sociais) para reduzir o crescimento Econômico (e as importações). Eles também desregularam os mercados de capitais, privatizaram a atividade econômica, e afrouxaram os regimes que regulavam o investimento estrangeiro num esforço para atrair o financiamento necessário para compensar os déficits existentes. Apesar de devastador para o povo trabalhador e para as possibilidades de desenvolvimento nacional, estas políticas foram, como pretendido, capazes de responder aos interesses do capital transnacional em geral e de um pequeno mas influente sector do capital do terceiro mundo. Esta é a realidade do neoliberalismo.

gabriel disse...

Carolzinha... amore mio... como eu jah te disse... eu adoro ler o q tu escreve... tah ficando cada vez melhor... continue assim...
bjo

Anônimo disse...

Olá, posso saber por que me excluiste do teu orkut, e me bloqueaste do teu messenger?... Valeu mesmo, depois de meses de a gente teclando...enfim...não gostaria que me levasse a mal...bom te adoro demais linda...e desculpa qualquer coisa ou transtorno...mas eu estou bastante triste..bjsss Glauco

Anônimo disse...

Muito bom encontrar vida inteligente quando se está vagando na net...
Te add no msn.
Abraço,
Rocha.